Portuguese English Spanish

Preocupar-se com o desenvolvimento social de todas as pessoas envolvidas em sua cadeia de produção como comunidade, consumidores, meio ambiente e governo. Este é o conceito abrangente de Responsabilidade Social adotado tanto por empresas da esfera pública quanto da rede privada. Com o intuito de firmar uma parceria agregadora para à população da capital Federal, uma comissão do Instituto Brasileiro de Políticas  Públicas - IBRAPP se reuniu nesta sexta (16) com representantes do programa Metrô Solidário, na sede da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), para falar sobre projetos que promovam a Responsabilidade Social no Metrô do DF.


Durante a reunião estiveram presentes a gerente do metrô solidário, Lívia Passos, e a gerente de projetos, Nayara Lopes, que expuseram as necessidades a respeito de campanhas e ações que pudessem atingir de forma positiva o público interno e externo que utiliza o transporte coletivo. Por dia transitam cerca de 200 mil pessoas em todas as estações do Metrô – DF.


O analista de projetos do IBRAPP em Brasília, Leonardo Costa, expôs pontos a serem explorados como a implantação de iniciativas sustentáveis e que aproximem a comunidade de ações educativas, além de outras iniciativas de capacitação e treinamento para os colaboradores da empresa. Estiveram presentes ainda o gerente de comunicação do Instituto, Paulo Roberto Coelho, e a analista de comunicação, Maíra Nunes, que na ocasião discutiram estratégias de visibilidade para as ações. O intuito da parceria é causar um impacto positivo no maior número de pessoas.

Publicado em Notícias

Na manhã desta quinta-feira (8), representantes do IBRAPP em Brasília participaram de uma reunião com o subsecretário de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do governo de Brasília, Rodrigo Dias.  Durante a conversa, foram apresentados os projetos que o instituto vem desenvolvendo, em especial voltados para a área da cidadania. Após o encontro, ficou estabelecido o andamento de futuras parcerias de atividades que possam assegurar a não violação dos direitos humanos. Ações envolvendo a caravana dos idosos e prestação de serviços para a população do Distrito Federal também foram abordados, com a finalidade de trazer o bem estar e a igualdade para a comunidade brasiliense.

O Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP é uma instituição do Terceiro Setor, com foco no desenvolvimento institucional do Setor Público, que visa através de parcerias, contribuir para a melhoria constante da qualidade dos serviços executados pela administração pública.

Publicado em Notícias

Na manhã desta sexta-feira (02), uma solenidade reuniu autoridades para celebrar o encerramento da Semana da Visibilidade Trans e promover a revitalização do Jardim Marina Garlen, localizado no Parque Sarah Kubistchek, um dos principais pontos turísticos de Brasília- DF. Na ocasião estiveram reunidos representantes do Governo do Distrito Federal (GDF), da Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos – SEDESTMIDH e do Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP.


A revitalização do Jardim Marina Garlen ocorreu de maneira simbólica com a inauguração de uma placa sinalizando o nome do espaço, que foi escolhido em homenagem a grande ativista e artista Trans baiana, que faleceu em São Paulo, quando representava seu estado nas comemorações alusivas ao Dia nacional da visibilidade Trans (29 de janeiro), no ano de 2016.

 
De acordo com o gerente de comunicação, Paulo Roberto Coelho, para o IBRAPP, ajudar a enaltecer esta homenagem à Marina Garlen, é um ato que só engrandece a parceria feita com o GDF a serviço das pessoas Trans. “Precisamos repensar, combater a homofobia e agregar a todos independente de gênero, cor, religião ou raça”, afirma o gerente. O espaço com a placa simboliza o apoio à vida de todas as pessoas trans, que fizeram a diferença e foram brutalmente mortas na luta contra a transfobia.


Dentro do jardim foi inaugurado ainda o espaço Dandara, que traz o nome da Travesti assassinada de forma bárbara no Ceará. O caso gerou uma comoção nacional e ganhou repercussão internacional, devido a violência da agressão que foi registrada e compartilhada na internet. Para a idealizadora da ação, a coordenadora interina de diversidade LGBT no DF, Paula Benette, a inauguração do espaço Dandara também caracteriza uma conquista. “É preciso políticas efetivas quando se fala em segurança a todas pessoas, principalmente aos transexuais”, enfatiza a coordenadora.

Na ocasião Benette agradeceu ao apoio dos parceiros que acreditaram nesta homenagem e aderiram à luta contra a Transfobia como o Novacap, Fibra e ressaltou: “A parceria do IBRAPP foi essencial para que todo esse jardim ganhasse visibilidade dos atletas, visitantes  e transeuntes do parque da cidade”.


A solenidade teve o encerramento com o plantio de 20 mudas de ipês, em toda a área que abrange a revitalização. “Ao florescer esses ipês, que seja o florescer de uma nova sociedade, abastecida com outro pensamento, uma sociedade mais justa e igualitária respeitando as pessoas trans”, finalizou Paula Bentte. Para os organizadores do evento o ato trouxe a alusão de se plantar esperança e lembrar que o jardim será também um símbolo contra qualquer tipo de violência.

Publicado em Notícias

Com o intuito de discutir os direitos da população Trans, diversas ações foram realizadas em todo o Brasil no último dia 29, data que simboliza o Dia Nacional da Visibilidade Trans. Em Brasília – DF, o Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP foi convidado a participar de uma solenidade no Palácio do Buriti, sede do governo distrital. Já em São Luís, o momento foi voltado para um seminário para debater as conquistas e desafios desta população. O Instituto possui uma preocupação com questões sociais, na defesa e inclusão de grupos que, na maioria das vezes, não tem seus interesses representados.

O Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos de homens e mulheres trans: com 179 homicídios registrados. A expectativa de vida das travestis e das mulheres trans é de 35 anos. A média nacional da população, segundo dados do IBGE é de 75,5 anos. Para a secretária adjunta de políticas para a mulher, igualdade racial e direitos humanos do governo de Brasília, Joana Melo, a intolerância é um dos pontos que mais pesam para o desenvolvimento de políticas públicas para esta parcela de cidadãos. “É inconcebível que nos dias atuais o preconceito esteja presente em nossas vidas, não importando o título: gênero, racial ou transfobia”, ressalta a secretária.


As discussões em torno do Dia Nacional da Visibilidade Trans foram além da violência. De acordo com um levantamento da Rede Nacional de Pessoas Trans (RedeTrans), 82% das mulheres transexuais e travestis abandonam o ensino médio entre os 14 e os 18 anos por conta da discriminação na escola e falta de apoio familiar, o que torna ainda mais difícil o acesso à cultura e a capacitação para inserção no mercado de trabalho.

A organizadora do evento e primeira mulher trans a fazer parte da coordenação interina de diversidade LGBT no DF, Paula Benett, deu início às homenagens. A anfitriã da solenidade discursou sobre as dificuldades de ser e de abordar o tema da LGBT atualmente. “Não é fácil ser travesti, transexual, transgênero ou pessoa não-binária na sociedade atual. Celebrar esse dia também significa celebrar a vida, pois o caminho é muito árduo para nós”, enfatizou Benett.

Durante a cerimônia no Palácio do Buriti, coordenador distrital de diversidade LGBT, Flávio Brebis, pontuou a importância de realizar o debate e as homenagens do dia na sede do Governo do Distrito Federal (GDF). “Poucas pessoas tem acesso a este local e hoje estamos aqui para uma solenidade e nós fizemos questão de estar aqui por que é o centro do poder e precisamos ocupar estes espaços”, explica Brebis ao ressaltar a necessidade de representatividade das pessoas Trans.

No Distrito Federal a população LGBT possui o direito da utilização do nome social, em respeito à identidade do gênero das pessoas trans, que trabalham na administração pública, ou pessoas trans cidadãs que acessam estes serviços. Outras conquistas foram alcançadas como: a implantação do ambulatório especializado, que já realizou mais de cem atendimentos no segundo semestre de 2017 e a criação de uma delegacia especial para crimes de intolerância à população LGBT.

Este cenário é bem diferente do exposto no Seminário debate a visibilidade trans no Maranhão. Durante as palestras diversos convidados expuseram a preocupação em relação às políticas públicas para esta população que ainda são incipientes no estado. Além das questões como representatividade e cidadania LGBT, o preconceito também foi colocado em pauta, como ressalta a militante ativista da Associação Maranhense de Travestis e Transexuais (AMATRA), Katryne Furtado: “Na verdade esse evento ele representa não só dois passos a mais que nós conseguimos dar, mas também sensibiliza as pessoas, não só todas as ONGs e secretarias, mas todas as pessoas”, expõe a militante.


O Instituto Brasileiro de Políticas Públicas participou dos eventos à convite das instituições que realizaram ações no dia Nacional da Visibilidade Trans. Dando continuidade à Semana de Visibilidade Trans, o IBRAPP irá participar da solenidade de revitalização do Jardim Marina Garlen, no parque Sarah kubitschek, no dia 02 de fevereiro, em Brasília. Esta é uma parceria firmada entre o Instituto e o Governo do Distrito Federal.

Publicado em Notícias

O Instituto Brasileiro de Políticas Públicas (IBRAPP) divulgou a campanha "A vida Continua". O objetivo é reforçar que a Aids é uma doença que tem prevenção e controle, mas que para isso é importante a realização de exames para diagnóstico e, se for o caso, fazer tratamento adequado.

Saiba mais

Publicado em Clipping

Documento visa diminuir a burocracia, aumentar a transparência e garantir maior segurança jurídica para parcerias da administração pública com organizações da sociedade civil

A partir desta quarta-feira (25), quem quiser contribuir para a construção de um manual sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, mais conhecido como Marco Regulatório do Terceiro Setor no Distrito Federal, poderá enviar sugestões on-line. A consulta pública estará disponível até 20 de novembro pelo site www.consultapublicavirtual.df.gov.br. Para opinar, é preciso se cadastrar no mesmo endereço.Os interessados terão acesso, nesse primeiro momento, aos dez temas que estarão presentes no manual e poderão dizer o que acham que deve ser acrescentado ou modificado.


“Deixar as regras sobre os procedimentos claras, tanto por parte do governo quanto das entidades, é fundamental para sacramentar o sucesso dessas parcerias”, afirma o secretário adjunto de Relações Institucionais e Sociais da Casa Civil, Igor Tokarski. O manual, segundo ele, trará orientações práticas para servidores e entidades sobre o processo de celebração, execução e prestação de contas.“O intuito é garantir a eficácia e a transparência dessas parcerias que levam qualidade de vida para a população em diversas áreas como a educação, a cultura e a assistência social.”


De acordo com o assessor especial da Casa Civil Zilmar Pereira de Sousa, coordenador do grupo de trabalho que organiza o documento, a expectativa é que até dezembro a minuta esteja pronta para ser submetida a uma nova consulta pública, já com as contribuições feitas agora. O grupo é formado por representantes da Casa Civil; das Secretarias de Planejamento, Orçamento e Gestão, de Fazenda, de Educação, de Cultura e do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos; da Procuradoria-Geral do DF; e da Controladoria-Geral do DF. O texto terá desde informações relacionadas ao chamamento público das organizações da sociedade civil até a prestação de contas.


Manual integra processo de capacitação


A concepção do manual faz parte do processo de capacitação sobre as regras do marco regulatório, iniciado em julho, para a melhor aplicação da lei. Na ocasião, servidores do governo e gerentes das organizações participam de instruções presenciais sobre o tema.
O Marco Regulatório do Terceiro Setor foi regulamentado no DF pelo Decreto nº 37.843, de 2016, e rege parcerias entre administração pública e organizações da sociedade civil (como creches, centros de convivência e unidades de acolhimento).
Sancionado pelo governador Rodrigo Rollemberg em 13 de dezembro de 2016, o texto regulamenta a Lei Federal nº 13.019, de 2014. O marco visa diminuir a burocracia, aumentar a transparência e garantir maior segurança jurídica para esse tipo de cooperação.

 

Fonte: Agência Brasília

 

Publicado em Notícias
Download Free Premium Joomla Templates • FREE High-quality Joomla! Designs BIGtheme.net